06 setembro, 2011

Até hoje não vi ninguém roendo Que não sinta vontade de beber



POETA  DJAIR OLÍMPIO - GRAVATÁ - PE


Quando um filme  real alguém assiste
Que a distancia separa os corações
O seu peito  se inunda de emoções
E aos ataques da dor não se resiste
Numa mesa de bar se senta triste
Diz: “psiu” e o garçom vem lhe atender
Pede a dose de cana pra esquecer
Os ataques de amor que ele ta tendo
Até hoje não vi ninguém roendo
Que não sinta vontade de beber



a carência de amor abraço e beijo
faz o homem sofrer até de mais
que a tristeza que atinge é tão voraz
que eu olhando pra um eu sempre vejo
uma pinga matando o seu desejo
um cigarro no dedo pra acender
tira-gosto na mesa pra comer
e uma foto da ex que ele ta vendo
Até hoje não vi ninguém roendo
Que não sinta vontade de beber


15º Encontro de Poetas de Carpina.


02 setembro, 2011

POETAS RECLAMAM DOS MAUS SERVIÇOS DA TIM EM FORMA DE VERSOS




POETA DEDÉ MONTEIRO

Não sei por que diabo foi
Que, em vez de pagar tão caro,
Eu já não mudei pra “CLARO”,
Pra “NEXTEL”,” VIVO” ou “OI”.
Jesus do céu me perdoe,
Já que eu agi tão errado.
Mas a TIM tem mais pecado
Que Judas, Nero e Caim.
A TIM, tim tim por tim tim,
Não vale um tostão furado.

Quem tiver algum segredo
Pr’um amigo em São José,
Acho que se for a pé
Consegue chegar mais cedo.
Hoje eu fiz calo no dedo,
Terminei triste e cansado,
Sem poder dar um recado
Tão importante pra mim.
A TIM, tim tim por tim tim,
Não vale um tostão furado.




POETA  Zé de Mariano 


Hoje um algo aconteceu
Difícil de acreditar
Disse o poeta Bangá
Que estava com o mano seu
Que Dedé lhe apareceu
Com um telefone ligado
Bangá ficou abismado
Ao lhe ouvir dizendo assim
- A tim, tim, tim por tim, tim
Não vale um tostão furado.

POETA 
James Dion

É A CARA DO PAÍS
ESSA OPERADORA BOSTA
OFERECE E VIRA AS COSTA
E O POVO NADA DIZ.
A GENTE LIGA ELA DIZ:
O NÚMERO TÁ DESLIGADO
TENTE DEPOIS OBRIGADO!
PAÍS SEM LEI É ASSIM
A TIM TIN-TIN POR TIN-TIN
NÃO VALE UM TOSTÃO FURADO.



A POESIA DE VINÍCIUS GREGÓRIO


Menor abandonado (Made in Brazil)
Minha história, seu moço, é muito triste!
Quem lhe fala é um menino abandonado.
Eu nasci de um estupro desgraçado...
Desde ai, só tristeza em mim persiste.
Minha mãe já morreu, não mais existe,
E só ela me amou como eu a amei,
Um momento feliz, nunca passei,
Pois a rua me fez um rato humano.
Vou vivendo num mundo desumano,
E até quando, seu moço, “inda” não sei.

No momento em que minha mãe morreu,
O que já era ruim ficou pior.
Eu passei a viver do meu suor;
Das malícias que Deus do céu me deu...
Mas depois o que foi que aconteceu?
Dessa parte eu nem gosto de falar...
Ninguém mais me chamou pra trabalhar
E eu passei a ter fome a vida inteira.
“Nesse instante eu troquei a mamadeira
Por um tubo de cola pra cheirar.”

Me condenam, me vendo cheirar cola,
Dizem logo que eu sou um traficante,
Sou bandido, que eu sou um mal constante,
Que eu devia ser morto na degola.
Mas por que não me botam numa escola?
Por que não me dão chance de viver?
Cheiro sim! Mas cheiro pra não morrer,
Tu não “sabe” o que é fome, que tu “come”,
Pois quem tem o que comer não sente fome,
Sente apenas vontade de comer.

Outro dia, eu passando na calçada,
Escutei numa casa, na TV...
Um tal de um presidente prometer
Ajudar a criança abandonada.
Nem sabia quem era o camarada,
Mas meu peito tomou-se de esperança...
E apostei toda a minha confiança
No que aquele infeliz me prometeu,
Mas na certa, seu moço, ele esqueceu.
Nessa história, sempre sou eu quem dança.

Mas quem manda ser besta e acreditar
No que diz esse povo do poder?
Esse povo não sabe o que é sofrer,
Nenhum deles se Põe no meu lugar!
Só que agora o que eu vou lhe revelar
Talvez deixe você titubeando:
Fome ou frio nada são se comparando
A essa dor que me dói feito facada,
Que é ver gente mudando de calçada
Quando notam que estou me aproximando.

Sou mais um maltrapilho desgraçado
Aumentando a fileira da pobreza.
Meu viver não possui a sutileza
Do viver de um menino bem criado.
Sou apenas um rato camuflado,
Sou alguém sem futuro e sem destino,
Sou cigano da vida e peregrino
Das estradas que a fome produziu,
Sou produto fiel “Made in Brazil”,
Disfarçado no corpo de um menino.

01 setembro, 2011

Muito tempo depois a Flor mais bela Se abriu perfumando o meu POMAR


Quando reencontrei  uma pessoa especial após 6 anos distante, que é hoje  a minha namorada,  escrevi estas linhas pra ela.


Fui saindo de casa e avistei,
Passeando na praça da cidade
Duas moças, andando à vontade
Foi então que uma delas eu chamei
Por já ser seu amigo e perguntei
Se podia a amiga apresentar
No momento, usei meu cortejar
Já soltando elogios pra donzela,
Muito tempo depois a Flor mais bela
Se abriu perfumando o meu POMAR

Passei tempos distante dessa rosa
Me iludí e iludí algumas flores
Que passaram sem deixar seus olores
Por não terem essência caprichosa,
E eu reencontrei a mais ditosa
Quero vê-la crescer, desabrochar,
Para eu lhe cuidar e acarinhar
Com mil beijos e carinhos para ela
Muito tempo depois a Flor mais bela
Se abriu perfumando o meu POMAR

A essência da flor foi exalada
Revelando ser esta singular
E durante o nosso conversar
Eu sentí a essência encantada
Dessa moça por mim admirada
Que agora está a me encantar
Só espero que ela vá gostar
Da poesia que fiz em nome dela
Muito tempo depois a Flor mais bela
Se abriu perfumando o meu POMAR

VÍDEOS DO GRUPO RODA DE VERSOS - APRESENTAÇÃO EM SERRA TALHADA -

RODA DE VERSOS, liderado pelo poeta Caio Meneses, que encanta a platéia presente com sua maneira simples e descontraída e mais ainda com o farto repertório de poesia matuta que é oferecida ao público. 



A POESIA DE BRÁS COSTA, no MOTE DE FELISARDO MOURA



Quando ela partiu, partiu também
A vontade que eu tinha de viver
só então é que pude perceber
A metade do quanto lhe quis bem
Esquecido na mala ainda tem
Um vestido sem cor que ela vestia
E o fantasma da sua companhia
Toda noite me assombra no meu leito
  NO TERREIRO DA CASA DO MEU PEITO
NASCE UM PÉ DE SAUDADE TODO DIA.

                                                                                   
Se me deito é coberto de desgosto
Se me acordo é caçando o corpo dela
Faz seis anos que só sonho com ela
Me levanto com làgrimas no rosto
O café que eu tomo é tão sem gosto
Pois não é o café que ela fervia
Minha cama sem ela é tão vazia
Que demoro a dormir quando me deito
NO TERREIRO DA CASA DO MEU PEITO
NASCE UM PÉ DE SAUDADE TODO DIA






31 agosto, 2011

RODA DE VERSOS - HOJE NA FESTA DE SETEMBRO - COM CAIO MENESES E AMIGOS


 RODA DE VERSO, liderado pelo poeta Caio Meneses, que encanta a platéia presente com sua maneira simples e descontraída e mais ainda com o farto repertório de poesia matuta que é oferecida ao público. 


LOCAL: PRAÇA DA IGREJA MATRIZ - SERRA TALHADA


HORÁRIO 20 HORAS

MAIS UM CAROÇO DO JUÁ - COLUNA DO POETA ZÉ ADALBERTO - ITAPETIM - PE


Poeta, Cícero Moraes:

Engraçado! Parece que roedeira é uma “coisa” contagiosa!
O poeta/apresentador, Felisardo Moura – Prata-PB, me madou esse mote:


SINTO RAIVA DE MIM CONSTANTEMENTE
SÓ PORQUE JÁ CHOREI POR TEU AMOR!


Dá certo com você também?
 
Eu de tanto chorar em todo canto
De viver, quase perco o interesse
Fiz com que meu sorriso se escondesse
Por detrás da cortina do meu pranto
Eu não sei como pude chorar tanto
Pra ser dono de um beijo enganador
Como aquele que Judas, traidor
Deu na face do salvador da gente
Sinto raiva de mim constantemente
Só porque já chorei por teu amor.

Ensopei o colchão da minha cama
Com o sal do meu pranto enchi um saco
Sinto raiva de mim porque fui fraco
Mas ninguém é tão forte quando ama
Doravante, comigo, se houver drama
Não pretendo chorar nem como ator
Possa ser que o fingir encarne a dor
E eu precise ter raiva novamente
Sinto raiva de mim constantemente
Só porque já chorei por teu amor.
 
Zé Adalberto

Dá certo sempre meu amigo Zé! tanto que  eu Glosei no mote também:  

Você foi a mulher por mim amada
que me fez falsas juras e promessas
as verdades ficaram inconfessas
e deixaram minha face abalada
para mim você já não vale nada
me tornei pois homem sofredor
Derrubado na pista do amor
vitimado no bote da serpente
Sinto raiva de mim constantemente
Só porque já chorei por teu amor.


Por você muito pranto derramei
quando o amor já sentia acabar
nosso caso estava a terminar,
por motivo que ainda eu não sei
encerrando os sonhos que sonhei,
e me fez derramar o pranto em dor
quase acaba o viver do cantador,
e assim eu não me senti mais gente
Sinto raiva de mim constantemente
Só porque já chorei por teu amor.!

30 agosto, 2011

VISITA DO AMIGO - BERNADO GARAPA - DO SITE ITAPETIM.NET


O AMIGO VISITOU BELMONTE  E FEZ ESTA POSTAGEM NO SEU SITE
http://bernardo-itapetimcom.blogspot.com/2011/08/fotos-do-castelo-armorial-do-castelo-da.html

13ª FESTA DE NOSSA SENHORA DAS DORES - BELMONTE-PE



BALAIO CULTURAL - TUPARETAMA - PE


CAROÇO DO JUÁ - COLUNA DO POETA ZÉ ADALBERTO - ITAPETIM - PE

É com muito orgulho que apresento a estréia da coluna do poeta Zé Adalberto de Itapetim- PE, o poeta do RETRATO DA CARTEIRA, DO LIVRO "NO CAROÇO DO JUÁ.". 




palavras de Zé Adalberto:  "Essa estrofe achei-a a partir de um mote que uma amiga minha, de Tabira, me enviou:

Quando aquela saudade impaciente
Me coloca no leito do seu colo
Minhas pernas não sentem mais o solo
Minha alma flutua intensamente
Fecho os olhos e a vejo em minha mente
Se despindo pra mim e eu pra ela
Parecendo uma cena de novela
Mas no fundo acontece de verdade
"Quando sinto os impulsos da saudade
Faço um verso de amor pensando nela"!



No batismo poético de Mariá, filha do poeta/amigo Alexande Morais, Dedé Monteiro nos solicitou uma estrofe para o momento e Deus me deu essa:

MARIÁ, QUANTA LUZ VOCÊ NOS TRAZ
RECEBENDO ESSE NOVO SACRAMENTO
COMO FRUTO REAL DE UM JURAMENTO
QUE VOCÊ REAFIRMA AINDA MAIS
HOJE AS LÁGRIMAS TRAZIDAS POR SEUS PAIS
NÃO SÃO LÁGRIMAS, SÃO GOTAS DE ALEGRIA
ASPERGIDAS, POR DEUS, DA MESMA PIA
QUE LAVOU SEU PECADO ORIGINAL
QUE NEM ERA PECADO, ERA UM SINAL
PRA QUE DEUS LHE BANHASSE EM POESIA!
Abraço
Zé Adalberto

21 agosto, 2011

ENCONTREI A PAISAGEM VERDEJANTE E O SERTÃO REVESTIDO EM ALEGRIA.


Glosando com Vinicius Gregório, poeta de São José do Egito/PE, autor do livro de poesia “Hereditariedade”. No mote:

ENCONTREI A PAISAGEM VERDEJANTE
E O SERTÃO REVESTIDO EM ALEGRIA.


Cícero Moraes:

Eu deixei o torrão que fui criado
Em um tempo de seca e sofrimento,
Viajei num caminho ao relento
Procurando trabalho em outro estado
Não achei e voltei inconformado,
Ao chegar ao sertão vi que chovia
E meu peito ferveu de alegria
Quando vi a beleza do instante
Encontrei a paisagem verdejante
E o sertão revestido em alegria.



Vinicius Gregório:

Ao voltar do Sertão eu encontrei
Um amigo, que foi me perguntando:
Se eu estive alguns dias viajando.
E eu lhe disse: "ao meu chão eu viajei...” 
Ele então perguntou: o que achei
No Sertão, pr'eu voltar nesta euforia...
E eu falei:" o Sertão já bastaria,
Mas achei algo mais exuberante:
Encontrei a paisagem verdejante
E o Sertão revestido em alegria".



Cícero Moraes:

Mudou tudo depois da trovoada
Pois a chuva me trouxe outra visão
Renasceu a paisagem do sertão
Afastando tal seca desalmada
Já deixei minha terra gradeada
Vou plantar a rocinha qu’eu queria
Sei que vai me ajudar minha Maria
A cuidar da lavoura hoje em diante
Encontrei a paisagem verdejante
E o sertão revestido em alegria.




Vinicius Gregório:

Encontrei os açudes transbordando
E um carão, pelos céus, cantarolante;
Encontrei a paisagem verdejante
E um vaqueiro tranqüilo e aboiando;
Pela estrada encontrei preás passando
E uma chuva suave ao meio dia;
Já na mesa encontrei o que eu queria,
Pra matar a fadiga de uma estrada:
Feijão verde, pamonha e carne assada
E o Sertão revestido em alegria.




Cícero Moraes:

Bastam só duas chuvas pra mudar
A paisagem de seca assustadora
Tanajura aparece voadora
E na mata começa a mudar
Nascem folhas e flores a brotar
Se não visse, eu não acreditaria
Antes seca, hoje verde, quem diria
De beleza vital e cintilante
Encontrei a paisagem verdejante
E o sertão revestido em alegria.



Vinicius Gregório:

Quase um ano e fiquei longe de lá...
Mas foi mesmo que uma eternidade.
E escutei os conselhos da saudade
Que dizia em cochichos: “Homi, vá!
Então fui, que o Sertão sempre me dá
Combustível, sossego e energia...
“Inda” mais quando Deus, por cortesia,
Manda chuva bem forte e abundante...
Encontrei a paisagem verdejante
E o Sertão revestido em alegria.

18 agosto, 2011

FESTIVAL DE CANTADORES DO PAJEÚ DAS FLORES



RECADO DO POETA FELIPE JÚNIOR  http://www.poetafelipejunior.com/
Amigos e amigasMais uma vez o Pajeú dá uma verdadeira festa de cultura com o I Festival de Cantadores do Pajeú dos Flores. Com as eliminatórias em Afogados da Ingazeira (21/08) e em Tabira e a final (28/08) em São José do Egito (06/09), o evento promote já ser um show, tendo as presenças de poetas renomados e de vários declamadores.

O Pajeú se prepara
Pra um evento sem igual
Onde o verso junto à rima
Têm papel fundamental.
Monte logo sua equipe,
Se prepare e participe
Dessa festa cultural.

Programe-se e não perca!

Divulgue nossa cultura!



O FILÓSOFO ZÉ GOGÓ - CHICO PEDROSA


Zé Gogó foi um caboclo 
Da nossa comunidade, 
Não tinha estudo nenhum 
Mas tinha generosidade 
(...) 
Uma palavra bonita 
Quando alguém pronunciava 
Ela a tomava pra si 
E o que ela significava 
Pra ele era indiferente. 
Por exemplo: INADIMPLENTE, 
Quando ele ouviu, adotou. 
Findou semana, entrou mês, 
Até que uma certa vez 
Ele dela precisou. 

Quando um banco do governo 
Abriu pra financiar 
O custeio de quem tinha 
Uma roça pra plantar, 
Zé Gogó apareceu, 
Na segunda se inscreveu 
E logo na quinta-feira 
Quando o banco o convidou 
Ouçam o que ele falou 
Para o chefe da carteira. 

“Eu vim aqui só dizê 
Pu sinhô dotô gerente 
Qui tá fazendo negoço 
C’um véio inadiprenti 
Qui só gosta do qué seu.” 

Quando o gerente entendeu 
As palavras que ouviu, 
Ficou vermelho, tossiu, 
E disse assim: “Cidadão, 
Acabaram de informar 
Que dinheiro pra emprestar 
Neste banco tem mais não.” 
(Chico Pedrosa in “Sertão Caboclo” – Editora Bagaço

ASSISTA  O VÍDEO


16 agosto, 2011

POESIA DE GLEISON NASCIMENTO




Não me fale de amor se não for de verdade,

nem lembre mentiras ferindo o passado,

não pense que vou afagar vaidade

de alguém que um dia me fez desprezado.

Confesso, meu peito é ,deveras, teimoso

E insiste em viver nesse amor venenoso,

mas minha memória diz bem quem tu és

-As dores passadas nos tornam mais sábios-

se queres de novo tocar os meus lábios

Terás que primeiro beijar os meus pés! 

-G.Nascimento-

14 agosto, 2011

Fanfai- COLUNA EFIGÊNIO MOURA -



Lindalvo nasceu fanho, se criou fanho e tentou criar seus filhos longe dessa situação.
Desde criança em Taperoá era alvo de gozações e chateações da molecada, o que hoje seria classificado como ‘ bullyng’ lá por trás do antigo prédio da prefeitura era apelido, principalmente quando iam brincar de  ‘toca de vassoura’.
- Fanhin fi de quenga! Nem pega nós.
Pense numa pegada de ar!
E as gozações se soltavam pelas calçadas quentes de meu Taperoá, fosse a hora que fosse:
- Ei, duas venta agora é tua veiz...
E a molecada fazia a festa.
Cresceu e se mudou pra Campina e resolveu torcer por um time diferente, a Desportiva Borborema, o Gavião da Serra e foi trabalhar com Valdeir, da Campina Seguros, foi ser vendedor de seguros, a recomendação de Valdeir era para que não se alongasse muito na leitura dos contratos...
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Poeta Heleno Alexandre disse:


Com Cícero Moraes nossa poesia
Tem mais um espaço pra ser divulgada
Com vídeo que mostra baião e toada
Interpretação, ritmo e melodia
Letras de canções, notícias do dia
Tudo que envolve arte popular
Quem não viu ainda é melhor entrar
Abaixo é o link pra ser acessado
Do Blog que hoje é o mais visitado
Nos dez de galope da beira do mar

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