29 dezembro, 2014

Poeta Lenelson Piancó: Uma dose de álcool acende a chama..........



EU SÓ PENSO QUE CANA COM LIMÃO
TEM NA FÓRMULA DO AMOR A SUA ESSÊNCIA
DEPENDENDO DO NÍVEL DE SOFRÊNCIA
PODE ATÉ AFOGAR UM CORAÇÃO
NUNCA ANDE NA BOCA DE UM VULCÃO
SE LEMBRANDO DE BEIJO E DE GEMIDO
PORQUE LARVA DE AMOR ADORMECIDO
SAI FAÍSCA SE VER SAUDADE E BRAHMA
UMA DOSE DE ÁLCOOL ACENDE A CHAMA
NUM FIAPO DE AMOR MAL RESOLVIDO!

22 dezembro, 2014

Poesia de NATAL: O berço do Deus Menino

Há quem nasça num berço colossal
Rodeado por luzes de ilusão
Luzes que são brilhosas mas não são
Como aquela estrelinha de natal
Num humilde presépio onde um casal
Deu ao mundo a maior lição de amor
E ao contrário do berço do granfino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

Tinha que registrar-se essa passagem
Uma  mãe já sentindo a dor do parto
Precisando assistência, cama e quarto,
Além disso cansada da viagem,
Ninguém deu atenção nem hospedagem
Sem saber que era mãe do rendentor
Santa virgem carpiu o seu destino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor



Por mais planos que a nobreza fizesse
Exigindo que o cristo então surgisse
Do monarca mais rico que existisse,
Da rainha mais rica que houvesse,
Mais o pai preferiu que ele viesse
De um casal com um nível inferior
De uma serva e um varão trabalhador
Descendentes do povo palestino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

Jesus Cristo podia ter nascido
Entre luxo, riqueza e mordomia
Mas nasceu numa pobre estrebaria
Um recanto por ele preferido
Onde o boi espalhava o seu mugido
E um galo cantava em seu louvor
Uma estrela serviu de refletor
Clareando o presépio pequenino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

Bem que o nosso messias merecia
Ter nascido pisando prata e ouro
Para ter donatário do tesouro
Que o império judaico possuía
Mas Deus um casebre de Maria
Mulher simples e pura como a flor
Não  palácio de um imperador
Tule branco tapete purpurino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

Num bercinho forrado de capim
Tendo apenas seus pais por companhia
Em silencio parece que dizia
Quem for simples e humilde venha  a mim
Venham todos, o bom e o ruim
Que do mundo do bem serei gestor
Tinha tanta bondade em seu valor
Que o rei transformou-se em peregrino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

É comum no natal a farta mesa
De um rico sobrando pão e vinho
No entanto na casa de um vizinho
Há somente o cenário de tristeza
Mas aquele que sofre com certeza
Tem acesso direto ao salvador
Que na casa onde Cristo é morador
Um burguês é igual a um tangerino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

Jesus Cristo suprema majestade
Filho único do pai celestial
Pra nascer escolheu esse local
Referência de fé e humildade
E provando pra toda humanidade
Que não veio pra ser superior
Precisava ser Cristo Salvador
Para dar esse exemplo tão divino
Na frieza da gruta o Deus menino
Teve o bafo de um boi por cobertor

16 outubro, 2014

POETA JONAS BEZERRA - VISÃO

Visão!

Nunca soube o que é Visão!
Sim, Visão! Não a dos olhos,
Mas, a da compreensão!
Visão de sabedoria
Visão de filosofia
Visão honesta e segura
Que mesmo sem propaganda
Abre espaço pra quem anda
Sonhando a vida futura.
Essa Visão a qual falo
Transcende a realidade
Não se resume por causa
Da falta de claridade.
“Quem só vê pela retina”
Pode ter uma cortina
De influências perigosas
Tapando a Visão da mente
Sendo “escravo- dependente”
De opiniões duvidosas.
Essa Visão que eu expresso
É mais que distinguir cores.
Avalia os fundamentos
De críticos e pensadores.
Não se abstém da cultura
Não alardeia a censura,
Mas exorta a liberdade
Sem preconceito em seus atos
Pra equilibrar os pratos
Da balança da igualdade.
Visão, não tem longo alcance,
Sem LUZ no seu epicentro.
Pra ver de dentro pra fora
Mais que de fora pra dentro.
As polêmicas acadêmicas
Vê, como as outras polêmicas...
De mil interpretações.
Já que cálculo não desfaz,
As qualidades morais
Das suas convicções.
A falta dessa Visão
Deixa o povo acostumado
A andar de olhos abertos
Com pensamento fechado.
Por isso, é que a raça humana
Tá muito mais desumana.
Nas suas ações brutais
Assim a dádiva da vida
Está sendo destruída
Por coisas materiais.
Projeta quem tem Visão
E realiza quem tem mais.
Dividindo duas classes
Uma na frente, outra atrás.
Eu não alimento o ego
Com um cego, guiando um cego,
E com muita gente cegando.
É fácil de aparecer
Um bom da vista, sem ver.
E um ruim da vista, enxergando.
Quem não tem essa Visão
Acha até que é um delírio
Por que não consegue tê-la
Com óculos nem com colírio.
Microscópio não conserta
E telescópio não oferta
Essa visibilidade
Que essa Visão é interna
Nem você mesmo governa
Sem ter sensibilidade.
Meu medo é notar que o mundo
Não quer conscientizar.
Por isso "os que nascem cegos
Vão morrer sem enxergar".
Se o Presente é obscuro
Eu imagino o Futuro
Onde as pessoas se odeiam
Faça uma reflexão,
Peça a Deus, abra a Visão,
Que assim as coisas clareiam.            


  Autoria: Jonas Bezerra

09 setembro, 2014

MISSA DO POETA ZÉ MARCOLINO 2014


A programação oficial da 27ª Missa do Poeta foi divulgada na manhã desta quinta-feira (21), pela Associação de Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA). De acordo com a organização, o evento, que acontece de 15 a 20 de setembro, este ano irá homenagear a poetisa Inês Gomes.

Os shows no palco ao lado da Matriz serão de BKL e Sevy Nascimento, Chico Arruda, Lindomar Souza e Flávio Leandro.
Confira a programação:
Segunda-feira, dia 15/09
19h – Mostra de Cinema – Local: Praça Gonçalo Gomes
Terça-feira, dia 16/09
20h – 12º Festival de Violeiros Amadores “Poeta Zé Liberal” – Local: Praça Gonçalo Gomes
Quarta-feira, dia 17/09
19h – 7º Encontro de Sanfoneiros – Local: Praça Gonçalo Gomes
Quinta-feira, dia 18/09
19h – Noite de Autógrafos e 3º Encontro de Seresteiros – Local: Praça Gonçalo Gomes
Sexta-feira, dia 19/09
19h – 4º Recital Feminino em homenagem ao poeta Zé de Mariano
20h – 18ª Mesa de Glosas do Pajeú
Local: Escola Arnaldo Alves Cavalcanti
Sábado, dia 20/09
19h – Celebração da Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora dos Remédios
20h – Show “Confraternização da Música e da Poesia”

29 agosto, 2014

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO: QUEM FUMA NÃO ESTÁ VENDO QUE TEM AS HORAS CONTADAS


MOTE: KAYSON PIRES
VERSOS: CÍCERO MORAES e KAYSON PIRES


CM
Fumar é vício fatal,
Engana com seu prazer
Para então poder fazer
O seu efeito real,
Exerce um grande mal
Escondido nas tragadas
Substâncias mascaradas
Provocam um mal tremendo
Quem fuma não está vendo
Que tem as horas contadas

KP
São caracóis transitórios
companheiros por acaso
que ocultam do fim o prazo
de males aleatórios.
Distúrbios respiratórios
dormência, câimbra e pontadas,
carótidas congestionadas,
pulmões se comprometendo,
quem fuma não está vendo
que tem as horas contadas

CM
Nicotina e alcatrão,
E outros gases fatais
São substâncias letais
Presentes nesse vilão
Destroem o seu pulmão,
Artérias são afetadas
Coração muda as pancadas
E o corpo vai perecendo
Quem fuma não está vendo
Que tem as horas contadas




KP
O homem grande mentor
da própria destruição
e faz do fumo um vilão
lhe adicionando sabor
vicia-se  o tragador
nas ervas bem temperadas
doces, aromatizadas
mascarando o mal tremendo
quem fuma não está vendo
que tem as horas contadas

CM
O efeito é demorado
Não é tão fácil notar
Mas quando ele chegar
Seu tempo será tomado
Num hospital internado
Com injeções aplicadas
Nas veias fragilizadas
Que aos poucos vão se rompendo
Quem fuma não está vendo
Que tem as horas contadas

KP
 mau hálito e taquicardia,
tosse, tontura e pigarro
presente que o cigarro
os oferece a cada dia
e mais uma bateria
de células contaminadas
as hemácias afetadas
o câncer vão promovendo
quem fuma não está vendo
que tem as horas contadas

CM
Onde existe um fumante
Contamina-se o ambiente
Com a fumaça bem quente
E de mau cheiro irritante
Torna-se um ignorante
Quem fuma em áreas fechadas
Até leis foram criadas
E o fumo estão combatendo
Quem fuma não está vendo
Que tem as horas contadas

28 março, 2014

POESIA DE LENELSON PIANCÓ


VOCÊ QUER UMA TERRA MAIS BONITA
COM MULHERES E HOMENS MAIS SENSATOS
NUNCA OUVE A CANTIGA DOS NONATOS
MAS ADORA OUVIR FUNK DA ANITA
NÃO CRÊ MUITO EM JESUS MAS ACREDITA
NOS FUXICOS QUE PASSAM NA TV
SABE TUDO O QUE TEM NO BBB
MAS NÃO SABE A METADE DE UM POEMA
VOCÊ QUER UM PLANETA SEM PROBLEMA
E OS PROBLEMAS COMEÇAM POR VOCÊ!

Lenelson Piancó

27 março, 2014

CONTRATE REINIVALDO PINHEIRO

Declamando poesias matutas cantando Elomar, Vital Farias, Geraldo Azevedo, Xangai, Luiz Gonzaga, Ednardo, Zé Ramalho e vários outros interpretes e compositores da nossa música regional popular brasileira. Além de composições próprias contamos também com a presença de vários cantadores amigos que vem nos presentear com seu canto e sua POESIA.


17 março, 2014

POESIA PAJEUZEIRA

Eu tentei não gostar do teu sorriso
Nem por teus olhos lindos me encantar
Tua face tentei não contemplar
E não quis conhecer teu paraíso.
Mas agora por onde vou e piso
É querendo você tão loucamente
Que meu corpo do teu a falta sente
E sem ti, meu amor, não sou inteiro
Minha vida precisa do teu cheiro
E tentar não querer é vão... Somente!


GISLÂNDIO ARAÚJO 

06 janeiro, 2014

ANIVERSÁRIO DO POETA SEBASTIÃO DA SILVA

VERSOS  DO POETA CANTANDO COM MOACIR LAURENTINO

Moacir Laurentino
Eu gosto tanto do xote
e da poesia divina,
quando eu começo a cantar
sinto que a voz se afina,
penso que nunca adoeço
e que a vida nunca termina.

Sebastião da Silva
Cantar é minha doutrina,
foi a opção que fiz,
pra defender a cultura,
e para cantar meu País,
cantar pra viver alegre,
sonhar pra viver feliz.

Moacir Laurentino 
Alcancei o que mais quis
e arranjei conhecimento,
afinando as 7 cordas
tocando o meu instrumento,
eu sinto a marca divina
ligada em meu pensamento.

Sebastião da Silva
Já passei por sofrimento,
por tristeza e ameaça,
pelas queixas e as dores
e herança da nossa raça;
porém cantando repente,
todo sofrimento passa.

Moacir Laurentino
Comecei cantar pra raça,
numa fase adolescente,
vai fazer 40 anos,
que eu vivo só do repente,
ainda quero cantar mais
uns 10 ou 15 pra frente.

Sebastião da Silva
Venho desde inocente
nesse grande labirinto,
passei por muitas torturas,
passei momentos faminto,
porém cantando no pinho,
esqueço as dores que sinto.

Moacir Laurentino
Vivo do jeito de Pinto,
de improviso e boemia,
criei até 4 filhos
à custa de poesia,
terminei de criar todos
e hoje Deus é quem me cria.

Sebastião da Silva
Sigo nesta rodovia,
de subida e de descida,
trilhando neste caminho,
de viagem indefinida
e fazendo dos meus repentes
o pão gostoso da vida.

Moacir Laurentino
Minha alma adormecida
desperta o sol, extrapola,
o grito salta do goela,
ouvindo o som da viola
e pra filho de gente pobre
nunca vi melhor escola.

Sebastião da Silva
Vivo do som da viola,
do repente à cantoria,
eu acho que Deus me deu
a arte que eu merecia,
fez muito bem me dar isto,
que outra coisa eu não queria.

Moacir Laurentino 
Pedi a Virgem Maria,
que me desse solidez,
busquei no dicionário
a certeza, o português,
é Deus passando pra mim
e eu passando pra vocês.

Sebastião da Silva
O divino Rei dos Reis
me fez poeta disposto,
para cantar minha queixa,
minha dor e meu desgosto,
e é só cantando repente
que a vida tem melhor gosto.

Moacir Laurentino
A arte eu faço com gosto,
porque da Arte preciso,
utilizo a engrenagem
da mecânica do juízo,
e minha boca é ambulante
distribuindo improviso.

Sebastião da Silva
Vivo do meu improviso,
vou viver até o fim,
foi assim que eu nasci,
quero sempre ser assim,
acordando o repentista
que dorme dentro de mim.

Moacir Laurentino 
Eu não sei quando é meu fim,
só tem Jesus que indica,
enquanto eu souber cantar,
minha idéia multiplica
quando eu partir qualquer hora,
minha poesia fica.

Sebastião da Silva
Quero minha idéia rica,
como tive no troféu,
como esse solo que piso,
com a roupa e o chapéu,
e dos versos faço uma escada,
pra ir direto pra o céu.

Moacir Laurentino
Já ganhei mais de um troféu,
do jeito de Zé Sobrinho,
de Pinto e de Lourival,
Otacílio e Canhotinho,
que eu quero é viver cantando
do jeito de passarinho.

Sebastião da Silva
Eu venho desde novinho,
nessa minha profissão,
depois que eu envelhecer,
que eu me tornar ancião,
ao invés de uma bengala,
quero a viola na mão.

Moacir Laurentino
Para mim não tem seqüela,
queixa, nem dor de saudade,
vou aqui rompendo o mundo,
do jeito da tempestade,
nem me curvo nem ao peso
da carga da minha idade.

Sebastião da Silva
Até hoje eu vivo bem,
pelo dom que eu ganhei,
pelas cantigas que fiz,
os caminhos que trilhei,
os versos improvisados,
e amigos que arranjei.

Moacir Laurentino
Os troféus que eu ganhei,
por que tenho preferência,
as expressões que já disse,
à luz da inteligência,
posso partir qualquer hora
e deixo em minha residência.

Sebastião da Silva
Agradeço à Providência,
por cada troféu e taça,
por ser artista do povo,
por ser boêmio na praça,
obrigado Deus e povo,
que me ouve e me abraça.

Moacir Laurentino
Sou da cana, sou da taça,
sou do boteco e do bar,
sou da igreja e da praia,
do salão do lupanar,
que eu sou de qualquer recanto,
que a platéia desejar.

Sebastião da Silva
Eu vou pra qualquer lugar,
cantar para fazer show,
distribuir alegria,
sem ter alegria, eu dou,
sou como o nome de Deus,
em todo canto eu estou.

Moacir Laurentino
Meu repente adocicou,
como garapa de engenho,
o meu verso leva doce,
no mais alto desempenho,
nunca dei o que comprei,
Porém dou do dom que eu tenho.

Sebastião da Silva
Cinquenta e nove já tenho,
de anos ou de idade,
44 de arte,
com muita simplicidade,
a vida cheia de paz,
e a alma, de liberdade.

Moacir Laurentino 
Viver com intensidade,
nessa minha trajetória,
não ter a alma pesada,
sacrifício e palmatória,
e quando eu canto deixo um livro,
para contar minha história.

Sebastião da Silva
Sigo a minha trajetória,
trilhando equilibrado,
carrego há 44
anos, um fardo pesado,
mas nem reclamo do peso,
e nem digo que estou cansado.

Moacir Laurentino
No campo, não fiz chouriço,
que essa luta eu não entendo,
no trabalho eu já rendi,
no repente ainda rendo,
pois Deus me deu esse dom,
e eu vivo lhe agradecendo.

Sebastião da Silva
Por isso eu estou querendo,
saudar a quem está presente,
e agradecer ao povo,
que veio ao nosso ambiente,
assistir à cantoria,
e bater palmas para a gente.

Moacir Laurentino 
Essa platéia decente,
conhece a minha odisséia,
o som da minha viola,
que eu conheço essa platéia,
o rapaz calibra o som
e eu calibro a minha idéia.

Sebastião da Silva
Muito obrigado à platéia,
que veio pra cantoria,
e agradeço muito mais
a cada um que aprecia,
porque se não fosse povo,
nada o poeta seria.

Moacir Laurentino
Outro amigo especial,
que se sentado não sai,
é o nosso João Feitosa,
que é talentoso e não cai,
aprecia a poesia,
do mesmo jeito do pai.



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