07 abril, 2012

O bornal que virou maternidade


Cícero Moraes  e Jessé Costa inspirados em um 

bornal onde uma garrincha todo ano faz seu ninho, 


então glosaram:




CM



Bornal velho aposentado
Já trouxeste das caçadas
Muitas vidas já extintas
Dos bichinhos das chapadas
Há tempos trazias morte
Hoje, vidas renovadas

JC

Dos frutos das espingardas
Há muito fostes nutrido
Hoje matas tua fome
Sendo abrigo guarnecido
Do viver que vistes morto
E agora tu vês nascido!

CM

Vejo um filhote crescido
Ao lado de outros mais
A morte já não habita
Tuas fibras de cizais
És hoje um local sereno
Não verás sangue jamais

JC

Servindo pr’outros Bornais
De espelho em sua causa e sorte
Mostrarás que a vida é grande
Mostrarás que a vida é forte
E que onde ela começa
Não tem espaço pra morte!

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Poeta Heleno Alexandre disse:


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