13 agosto, 2011
12 agosto, 2011
A POESIA DE MARIANA TELES
Toca a brisa da noite no portão
O cabelo se asanha com o vento
O balanço da rede em movimento
E um rádio tocando uma canção
A saudade arranhando um coração
E a duvida de um sempre,ou nunca mais
Uma lágrima caindo e o vento faz
se espalhar pela face entristecida
eu na rua buscando achar saida
Pra tristeza que a tua falta trás
Faço um verso,misturo com aguardente
Um cinzeiro com as cinzas do veneno
Numa noite sem lua me inveneno
Por não ter o clarão do céu presente
O espelho espelhando em minha frente
A metade de um todo que foi nosso
Eu procuro não ver,mais tem um troço
Pra abrir os meus olhos quando fecho
Sem ter sono,inquieta me remecho
Que dormir sem vc,sei que não posso
Vem o vento,tocar-me bem mais forte
O relogio passando sem medida
Ao meu lado,um copo de bebida
Refletindo o futuro : que é a morte ...
Nele afogo o desgosto,já que a sorte
resolveu repartir nossa união
Te guiando pra outra diração
E deixando meus olhos sem os teus...
De lembrança ?,restou o teu adeus
e a saudade intopindo o coração.
Os quilometros separam nossas vidas
Nossa historia cortada por distancia
No meu corpo,presente uma fragancia
quem embriaga por vezes repetidas
quem chegar a sentir,sente as batidas
Bem mais forte conter o coração
um perfume amargando a solidão
e um veneno,convite para a morte
São as cenas de um filme onde a sorte
Resolveu nos fazer ingratidão .
sem ter sono,me lembro que teu cheiro
Passeou no meu corpo tanto tempo
E eu achava que fosse um passatempo
Me enganei com o destino traiçoeiro
O perfume presente o tempo inteiro
é fragancia que tras tua saudade
pra sentir novamente é só vontade
Mais vontade não tras vc denovo
Já que a lingua malvada desse povo
Impediu de nós dois felicidade
Bem um ano,passou da nossa historia
Mesmo assim eu não pude te apagar
Minha força foi pouca pra arrancar
Teu retrato presente na memoria
De um duelo de amor sem ter vitória
Quem venceu no final foi a saudade
Que arranhou com a espada da maldade
Perfurando sem dó meu coração
Inda existe sequelas da paixão
De uma história de amor de falsidade...
toda noite essa cena se repete
quando avisto no quarto a luz da lua
uma lagrima molhando a face nua
A ausencia de alguem,ali reflete
Outro homem no quarto não se mete
Tuas marcas presentes inda estão
Quem passar na calçada ou no portão
sente o cheiro de tí por todo lado
no colchão inda tá impregnado
Junto ao virus da tua sedução
Horas passam,a noite inda demora
Madrugada de insonia e nada mais
A lembrança em replay trazendo a paz
Onde eu lembro da gente nessa hora
Canta um galo,desperta o sol lá fora
Pisa um guarda vigia de uma rua
Meu sofrer pelo noite continua
Esperando da noite o terminal
Testemulha fiel do funeral
Do velório mais triste...o da lua
11 agosto, 2011
COLUNA DO POETA LIMA JÚNIOR - TUPARETAMA - PE
EM COMEMORAÇÃO AOS 80 MIL ACESSOS DO BLOG.
P.S. - Lima! eu que te agradeço pela amizade e contribuição com tão grandes versos!
Poeta, um abraço de quem muito lhe admira e Parabéns por tanto trabalho e dedicação em prol da nossa cultura!
Mais de 80 mil acessosNo imenso mar da net
Navegando entre mil versos
Decassilabo, mote em sete,
Sextilha, quadra, quadrão,
Sete linhas e mourão
Sonetos a quem convém
Reliquias mais que de mais
Somente Ciço Moraes
No "belmontense" é quem tem!
Acervo rico e real
Ao mundo da poesia,
Vitrine fenomenal
Pra quem curte cantoria.
Point certo para a arte
Da cultura baluarte
Do nosso sertão voraz.
Uma injeção de repente
Nas veias de muita gente,
Parabéns Ciço Moares !
Lima Júnior > http://poetalimajunior.blogspot.com/Navegando entre mil versos
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Sonetos a quem convém
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Somente Ciço Moraes
No "belmontense" é quem tem!
Acervo rico e real
Ao mundo da poesia,
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Uma injeção de repente
Nas veias de muita gente,
Parabéns Ciço Moares !
COLUNA DO POETA GLEISON NASCIMENTO - O BEIJO QUE NÃO FOI DADO
mas teus olhos te desmentem,
nossas mãos quando se sentem
ameaçam se atracar.
Até podes controlar
o que dizes, quando falas,
mas depois, quando se calas
não consegues disfarçar.
Não sabes o quanto almejo
entregar-te aquele beijo
que remeti, já selado.
Que algum dia te daria,
mas que por burocracia
do destino, não foi dado.
-G.Nascimento-
o que dizes, quando falas,
mas depois, quando se calas
não consegues disfarçar.
Não sabes o quanto almejo
entregar-te aquele beijo
que remeti, já selado.
Que algum dia te daria,
mas que por burocracia
do destino, não foi dado.
-G.Nascimento-
10 agosto, 2011
DEIXE EU PENSAR QUE SONHEI - COLUNA DO POETA JESSÉ COSTA
Quando quiser me deixar
Não me motive viés
Saia na ponta dos pés
Assim que o dia acordar
Procure não se explicar,
Sem me amolar não me explore
E simplesmente evapore;
Suma, assim, sem me alertar.
Só não me faça ciente
Que foi insuficiente
Todo amor que eu te dei.
Quando quiser me deixar
Suma, assim, sem me avisar
Deixe eu pensar que sonhei!
Jessé Costa
Timbaúba, 16/01/2011.
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Poeta Heleno Alexandre disse:
Com Cícero Moraes nossa poesia
Tem mais um espaço pra ser divulgada
Com vídeo que mostra baião e toada
Interpretação, ritmo e melodia
Letras de canções, notícias do dia
Tudo que envolve arte popular
Quem não viu ainda é melhor entrar
Abaixo é o link pra ser acessado
Do Blog que hoje é o mais visitado
Nos dez de galope da beira do mar
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