14 maio, 2011

CANTORIA PÉ DE PAREDE - 3 estilos de repentes



IMAGENS QUE ILUSTRAM UMA POESIA.





CANHOTO DA PARAÍBA, cantando com LOURIVAL BATISTA, na casa de RAIMUNDO ASFORA, LOURIVAL terminou dizendo:


"Foi esta nação de negros que desgraçou o Brasil"


CANHOTO RESPONDEU:


QUANDO ERA INJUSTO O BRASIL
AOS PRETOS ESCRAVIZARAM
O CHORO DOS FILHOS BRANCOS 
AS MÃES PRETAS CONSOLARAM
E O LEITE DOS FILHOS PRETOS 
OS FILHOS BRANCOS MAMARAM!!



TEXTO DE JOSA RABELO, e verso de PAULO RABELO

A nossa Tuparetama, assim  como as demais cidades interiorianas têm histórias pitorescas, engraçadas e tragi-cômicas... No sábado passado, dia 07/05, deu entrada no hospital municipal um corpo, já sem vida, vítima de uma acidente de moto e a mulher que vinha decarona que  teve escoriações pelo corpo. Eis que a esposa do morto chega e quando  avista a mulher, dá-lhe um tapa no pé-do-ouvido e Petrónio Chalega, Diretor Adm. do hospital interveio pedindo que parasse... A esposa do falecido não perdeu tempo, deu-lhe tapa do "toitisso" derrubando no chão, quando Petrônio ia se levantando ela empurrou a mulher em cima dele caindo os dois agarrados!
O poeta Paulo Rabelo, sabendo disso, fez...
 

Um defunto na pedra estirado
Duas cenas distintas e estranhas
O bofete envolveu duas piranhas
Só que uma eu achei bem empregado
O galego apanhou foi maltratado
Outra puta apanhava por pensão
Se o galego apanhou foi precisão
Toda vez que apanhou foi precisado..
Duas quengas apanhando e um coitado
Viajar sem direito a extrema-unção


Vou mostrar a vocês como se apanha
Por roubar o marido que foi meu
E você só porque se intrometeu
Sua quenga galega, o que é que ganha
Era a piranha apanhando e Zé Piranha
Tatuado com os dedos de uma mão  
As pancadas na puta é sem perdão
O  castigo em Petrônio é perdoado
Duas quengas apanhando e um coitado
Viajar sem direito a extrema-unção.


CAMPANHA - DEIXE A MOTO NA GARAGEM, VAMOS PRA FESTA À CAVALO

POESIA DE KAYSON PIRES, sensibilizado pelo alto índice de acidentes de moto que ocorrem na época da CAVALGADA, decidiu fazer um apelo as motociclistas que troquem suas motos por cavalos na ida à PEDRA DO REINO, para que abrilhantem ainda mais a nossa festa.  

13 maio, 2011

PRISIONEIRO DO TEMPO- SONETO DE ADIEL LUNA



Se o tempo é senhor, lhe sou cativo
Com respeito lhe assisto em sua dança
Porém não me afaste a esperança
Que eu não temo em passar por este crivo

O amor que mantém meu peito vivo
Me aconselha fazer o que ela diz
De seus gestos de afeto então me privo
Me rendendo ao tempo que é juiz

O passado me acusa com firmeza
O futuro não faz minha defesa
De presente me resta a apelação

Pra que um dia a saudade lhe convoque
E o amor novamente nos sufoque
Me tirando de vez desta prisão.

ADIEL LUNA

11 maio, 2011

Programação das Festividades da XIX CAVALGADA à Pedra do Reino em São José do Belmonte

Programação das Festividades da Pedra do Reino em São José do Belmonte, em breve programação das oficinas.

Dia 21/05 – Local: Praça da Saudade
20:00 horas
Abertura do Memorial
Apresentações Culturais
Show com Jackson da Sanfona

Dia 26/05 – Local: Praça da Saudade
20:00 horas
Donizete Batista ( Parnamirim )
Maciel Melo
Josildo Sá

27/05 – Local: Praça da Saudade
20:00 horas
Tarcys Andrade
Leonardo Sullivan
Adilson Ramos

28/05 – Local: Praça da Saudade
20:00 horas
Os Três do Cariri
Coral de Aboio de Serrita
Irah Caldeira
Flávio José

29/05 – Local: Pedra do Reino
12:00 horas
Antônio Dudu (São José do Belmonte)
Antônio Neto Aboiador
Claudio Rios

KAYSON PIRES - AOS QUE RECLAMAM DA CAVALGADA

Sehores Críticos


Cidadãos do meu lugar,
Peço atenção um momento,
Pra falar do movimento,
Que estão a criticar,
Vamos sim participar,
Receber os visitantes,
Como já fizemos antes,
Dando um expemplo educado,
Curtindo o programado,
Pra praça dos estudantes.


A festa é na verdade,
Um encontro cultural,
Um evento especial,
Que não tem n’outra cidade,
Vamos lá sociedade…
Passear pelo mercado,
Ouvir verso improvizado,
Conhecer nosso Castelo,
E com um gesto singelo,
Subir a serra montado.


Vamos ver as oficinas,
Assistir a cavalhada,
E domingo demadrugada,
Receber as brisas finas,
Rumar para as colinas,
Onde um Rei vive encantado,
Compartilhando animado,
A grandeza que nós temos
Mas que talvez nem sabemos,
O valor que é nos dado.


Kayson de Oliveira Pires.
10 de maio de 2011.
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Poeta Heleno Alexandre disse:


Com Cícero Moraes nossa poesia
Tem mais um espaço pra ser divulgada
Com vídeo que mostra baião e toada
Interpretação, ritmo e melodia
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