25 novembro, 2010
20 novembro, 2010
Cachaça Volúpia!!! A melhor do Brasil!
No Brasil existem mais de 4.000 marcas de cachaça produzidas de norte a sul. Dizer que uma região produz melhor cachaça que outra, é injusto. Gosto não se discute. Entre as bebidas, cada pessoa tem a sua preferida ou várias. Ou para outros basta ter álcool que já basta.
Em fevereiro, a revista Veja (no JBF também já foi mencionado) publicou uma matéria a respeito da bebida. Convidou seis especialistas para estabelecer um ranking das melhores. Cada jurado enviava uma lista com dez sugestões de sua preferência. Do cruzamento destas listas chegou-se às cinco melhores cachaças por categoria. Observem:
Ranking das Brancas(notas de zero a 10)
1º Volúpia e Serra Limpa empatadas - 5,5 (produzidas: Alagoa Grande e Duas Estradas, PB )
2º Coqueiro - 5 (produzida em Paraty, RJ)
3º Santo Grau - 4,5 (produzida em Paraty, RJ)
4º Serra Preta (produzida em Serra Preta, PB)
COMUNICADO: POSSO FORNECER ESTE PRODUTO AOS AMIGOS DO SERTÃO CENTRAL.
Contato: farmaciaepoesia@hotmail.com
18 novembro, 2010
CONVITE PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO NUANCES D'ALMA
NUANCES D’ALMA
Trata-se de um livro em prosa e verso, onde a autora dá ênfase ao mais profundo sentimento de nossa alma: a SAUDADE.
Nuances D’alma revela ainda, a crença e fé imensurável da autora em Deus, destacando também os laços familiares que permeiam sua obra.
Nascida em São José do Egito, sertão do Pajeú – PE, Beatriz Passos é Filha de Valdevino Batista dos Passos e Severina Gomes dos Passos. É Mãe de nove filhos.
Sempre amou a poesia desde criança, quando ouvia os versos de Antônio Marinho, Cancão, Manoel Xudu, Jó Patriota, entre tantos outros vates, ícones da cultura poética dessa terra.
Professora graduada em letras pela Autarquia do Ensino Superior de Arcoverde (AESA) lecionou em São José do Egito durante vinte e oito anos, onde se aposentou.
É Autora do livro nos passos da poesia, (Recife, Ed. do autor, 1999).
A poetisa reside atualmente em sua cidade natal, onde continua respirando poesia.
16 novembro, 2010
MARIANA TELES
Toca a brisa da noite no portão
O cabelo se asanha com o vento
O balanço da rede em movimento
E um rádio tocando uma canção
A saudade arranhando um coração
E a duvida de um sempre,ou nunca mais
Uma lágrima caindo e o vento faz
se espalhar pela face entristecida
eu na rua buscando achar saida
Pra tristeza que a tua falta trás
Faço um verso,misturo com aguardente
Um cinzeiro com as cinzas do veneno
Numa noite sem lua me inveneno
Por não ter o clarão do céu presente
O espelho espelhando em minha frente
A metade de um todo que foi nosso
Eu procuro não ver,mais tem um troço
Pra abrir os meus olhos quando fecho
Sem ter sono,inquieta me remecho
Que dormir sem vc,sei que não posso
Vem o vento,tocar-me bem mais forte
O relogio passando sem medida
Ao meu lado,um copo de bebida
Refletindo o futuro : que é a morte ...
Nele afogo o desgosto,já que a sorte
resolveu repartir nossa união
Te guiando pra outra diração
E deixando meus olhos sem os teus...
De lembrança ?,restou o teu adeus
e a saudade Entopindo o coração.
O cabelo se asanha com o vento
O balanço da rede em movimento
E um rádio tocando uma canção
A saudade arranhando um coração
E a duvida de um sempre,ou nunca mais
Uma lágrima caindo e o vento faz
se espalhar pela face entristecida
eu na rua buscando achar saida
Pra tristeza que a tua falta trás
Faço um verso,misturo com aguardente
Um cinzeiro com as cinzas do veneno
Numa noite sem lua me inveneno
Por não ter o clarão do céu presente
O espelho espelhando em minha frente
A metade de um todo que foi nosso
Eu procuro não ver,mais tem um troço
Pra abrir os meus olhos quando fecho
Sem ter sono,inquieta me remecho
Que dormir sem vc,sei que não posso
Vem o vento,tocar-me bem mais forte
O relogio passando sem medida
Ao meu lado,um copo de bebida
Refletindo o futuro : que é a morte ...
Nele afogo o desgosto,já que a sorte
resolveu repartir nossa união
Te guiando pra outra diração
E deixando meus olhos sem os teus...
De lembrança ?,restou o teu adeus
e a saudade Entopindo o coração.
Toda vez que se prende um passarinho Diminui na floresta um seresteiro.
Glosas de MARIANA TELES:
Da orquestra das aves é cantor
Da floresta,o enfeite principal
Sempre encanta cantando contra o mal
Pondo fim com seu canto em toda dor
A cantiga do pássaro voador
Se confunde com a voz do violeiro
Mais as vezes trocado por dinheiro
Deixa luto espalhado no seu ninho
Toda vez que se prende um passarinho
Diminui na floresta um seresteiro.
quando as mãos de um homem,faz maldade
e joga um passaro indefeso na prisão
cada grade que tem um alçapão
representa do golpe a crueldade
Pelas grades limita a liberdade
Seu cantar,não é mais tão verdadeiro
Falta sempre alegria em seu viveiro
E a tristeza impera no seu ninho
Toda vez que se prende um passarinho
Diminui na floresta um seresteiro.
é o cântico das aves,melodia
Do coral majestoso que há na mata
No cantar de um pássaro se retrata
Uma benção de luz e poesia
No embalo de sua cantoria
Se 'interte ' cantando o dia inteiro
Ilumina com a voz o seu viveiro
Faz da mata ,o palco do seu pinho
Toda vez que se prende um passarinho
Diminui na floresta um seresteiro.
15 novembro, 2010
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Poeta Heleno Alexandre disse:
Com Cícero Moraes nossa poesia
Tem mais um espaço pra ser divulgada
Com vídeo que mostra baião e toada
Interpretação, ritmo e melodia
Letras de canções, notícias do dia
Tudo que envolve arte popular
Quem não viu ainda é melhor entrar
Abaixo é o link pra ser acessado
Do Blog que hoje é o mais visitado
Nos dez de galope da beira do mar
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